Este post do Pedro Doria, no site do Estadão, esclarece muito bem a estratégia da indústria em fazer de Avatar um modelo de produto que viabilize o negócio do cinema, tal como ele vem funcionando há décadas. Uma espécie de antídoto à corrosão venenosa do digital na indústria do entretenimento.
Vale muito a pena ler! Aqui.
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