Teaser de Avatar do James Cameron, o filme que está prometendo revolucionar o cinema de Hollywood. O pouco que se sabe dá conta de que a trama se passará em um planeta distante e na interação entre humanos e um outro povo, os Na'vi.
James Cameron prometeu, encantado que está com a tecnologia 3D usada no filme, que não voltará mais ao cinema tradicional. Dá pra confiar?
sábado, 11 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
sábado, 28 de março de 2009
Andam sonhando por mim...
E como é bom quando isso acontece...
Where The Wild Things Are Trailer (HD)

Where The Wild Things Are Trailer (HD)

segunda-feira, 23 de março de 2009
Legendagem de filmes 3D ainda é problemática
A falta de filmes 3D em suas versões originais não está relacionada a preferência do público, e sim a questões técnicas que impedem, por enquanto, a legendagem dos filmes. Segundo exibidores, a maior barreira para o uso de legendas é o risco de comprometer a "imersão" do público, um dos grandes trunfos do uso de 3D nos cinemas. A empresa RealD diz que muitos testes já foram feitos e que a legendagem de filmes 3D é possível, mas requer tratamento especial, que demandaria tempo e dinheiro. Por enquanto, as legendas em filmes 3D já foram propostas de duas maneiras: em uma delas, é exibida uma legenda tridimensional – que flutua na tela assim como um machado que voa na direção do público. Mas focar a todo o momento em um elemento que faz parte do 3D causou náuseas no público em testes feitos no exterior.
Outra opção já testada é projetar as legendas convencionais sobre uma tarja preta na parte inferior ou superior da tela. Mas a opção acaba com a sensação de "imersão".
Fonte: UOL, 17/03, matéria
Por mim, o 3D tem mais é que ser dublado mesmo. O barato está na imagem como um todo e não em ficar lendo.
Basta que a dublagem seja de qualidade.

A falta de filmes 3D em suas versões originais não está relacionada a preferência do público, e sim a questões técnicas que impedem, por enquanto, a legendagem dos filmes. Segundo exibidores, a maior barreira para o uso de legendas é o risco de comprometer a "imersão" do público, um dos grandes trunfos do uso de 3D nos cinemas. A empresa RealD diz que muitos testes já foram feitos e que a legendagem de filmes 3D é possível, mas requer tratamento especial, que demandaria tempo e dinheiro. Por enquanto, as legendas em filmes 3D já foram propostas de duas maneiras: em uma delas, é exibida uma legenda tridimensional – que flutua na tela assim como um machado que voa na direção do público. Mas focar a todo o momento em um elemento que faz parte do 3D causou náuseas no público em testes feitos no exterior.
Outra opção já testada é projetar as legendas convencionais sobre uma tarja preta na parte inferior ou superior da tela. Mas a opção acaba com a sensação de "imersão".
Fonte: UOL, 17/03, matéria
Por mim, o 3D tem mais é que ser dublado mesmo. O barato está na imagem como um todo e não em ficar lendo.
Basta que a dublagem seja de qualidade.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Quarentena
É como dizem: "não é preciso inventar a roda todo dia. Mas se for copiar, mude alguma coisa, e de preferência, melhore: ponha ao menos uma borrachinha".
Tudo bem. Para mim, foi o que os americanos fizeram com esse "Quarantine" refilmagem do espanhol REC.
É verdade que é um chamado filme cover. É tudo muito igual e parecido. A Vertigo Entertainment, uma das produtoras por trás do projeto, é responsável por uma dúzia de más refilmagens, sobretudo de filmes de horros asiáticos. É deles, por exemplo, as refilmagens duvidosas de "Dark Water", "The Eye", "Shutter" e "The Grudge".
No entanto, achei que, desta vez, eles até que acertaram. Sabemos que cinema é negócio, e o filme foi refeito porque entenderam que aproveitariam melhor o público americano do que se lançassem o original em espanhol.
Mas até que eles trataram bem o material que tinham. "Quarentena" mantém fielmente o espírito de "REC" (como disse é um filme cover, um bom cover) e agrega ainda algumas coisas boas que incrementam ainda mais a assustadora experiência.
As borrachinhas de "Quarentena":
1. O elevador que o prédio de "REC" não possuía. O espaço exíguo funcionou muito bem nas duas cenas em que foi usado, principalmente na segunda, que é uma das cenas mais tensas do filme.
2. Atiradores do lado de fora do prédio. Em "Quarentena" me pareceu que ficou claro que as "autoridades" não iriam deixá-los sair. Em "REC", permanecia uma esperança, ainda que vaga.
3. A cena da câmera usada como arma para espatifar a cabeça de um infectado. Talvez a melhor cena do filme. O vaivém daquele rosto, já distorcido pela raiva, contra a lente e o sangue que toma conta fixamente da imagem foi uma ótima idéia, ao mesmo tempo, divertida e sinistra. Além de um belo pontapé nos tradicionais códigos da narrativa cinematográfica de que a câmera deve ser sempre invisível (mesmo que a câmera esteja incorporada à narrativa, em muitos momentos ela acaba que funcionando de maneira tradicional: essa foi uma crítica que tanto o "REC" quanto "Cloverfield" receberam. E nesse ponto ainda acho que "Bruxa de Blair" foi o que melhor liberou a câmera deste regra e entrou realmente pra valer no filme)
4. E o melhor de tudo em Quarantine é Jennifer Carpenter. Acho um barato a forma como ela se entrega (como já tinha feito em "Emily Rose"). Todo mundo que a maioria desses filmes de horror são uma tremenda bobagem, mas o desespero dela é tão bom que, estica o aspecto sinistro de toda a situação, até um ponto que beira o absurdo e mesmo o cômico (sem deixar de ser assutador!). Sem falar que ela vai muito bem em toda a parte inicial, antes ainda de entrarem no prédio, com uma espontaneidade simpática e fútil.
Agora os problemas de "Quarentena":
1. Os personagens dos bombeiros são ruins, sobretudo o cara do bigode. Muitas piadas que logo me fizeram temer pelo andamento do filme. Ainda bem que ele se ferra logo (o bom momento dele é a caminhada revivido).
2. Achei o uso dos efeitos sonoros um pouco ostensivos demais. Perdeu a crueza do "REC" e ganhou em artificialismo.
3. A sugestão de origem do problema, ainda que não explique exatamente o porquê, achei fraca. A de "REC" era mais, digamos, sinistra.
4. O personagem do câmera, Scott, aparece demais em cena, já que em "REC" nós não o vemos. Me pergunto o porquê dos americanos terem feito esta opção. Acho tão boa a idéia de que o personagem que nos acompanha todo o tempo, já que as imagens são feitas por ele, nós nunca o vemos.
Tudo bem. Para mim, foi o que os americanos fizeram com esse "Quarantine" refilmagem do espanhol REC.
É verdade que é um chamado filme cover. É tudo muito igual e parecido. A Vertigo Entertainment, uma das produtoras por trás do projeto, é responsável por uma dúzia de más refilmagens, sobretudo de filmes de horros asiáticos. É deles, por exemplo, as refilmagens duvidosas de "Dark Water", "The Eye", "Shutter" e "The Grudge".
No entanto, achei que, desta vez, eles até que acertaram. Sabemos que cinema é negócio, e o filme foi refeito porque entenderam que aproveitariam melhor o público americano do que se lançassem o original em espanhol.
Mas até que eles trataram bem o material que tinham. "Quarentena" mantém fielmente o espírito de "REC" (como disse é um filme cover, um bom cover) e agrega ainda algumas coisas boas que incrementam ainda mais a assustadora experiência.
As borrachinhas de "Quarentena":
1. O elevador que o prédio de "REC" não possuía. O espaço exíguo funcionou muito bem nas duas cenas em que foi usado, principalmente na segunda, que é uma das cenas mais tensas do filme.
2. Atiradores do lado de fora do prédio. Em "Quarentena" me pareceu que ficou claro que as "autoridades" não iriam deixá-los sair. Em "REC", permanecia uma esperança, ainda que vaga.
3. A cena da câmera usada como arma para espatifar a cabeça de um infectado. Talvez a melhor cena do filme. O vaivém daquele rosto, já distorcido pela raiva, contra a lente e o sangue que toma conta fixamente da imagem foi uma ótima idéia, ao mesmo tempo, divertida e sinistra. Além de um belo pontapé nos tradicionais códigos da narrativa cinematográfica de que a câmera deve ser sempre invisível (mesmo que a câmera esteja incorporada à narrativa, em muitos momentos ela acaba que funcionando de maneira tradicional: essa foi uma crítica que tanto o "REC" quanto "Cloverfield" receberam. E nesse ponto ainda acho que "Bruxa de Blair" foi o que melhor liberou a câmera deste regra e entrou realmente pra valer no filme)
4. E o melhor de tudo em Quarantine é Jennifer Carpenter. Acho um barato a forma como ela se entrega (como já tinha feito em "Emily Rose"). Todo mundo que a maioria desses filmes de horror são uma tremenda bobagem, mas o desespero dela é tão bom que, estica o aspecto sinistro de toda a situação, até um ponto que beira o absurdo e mesmo o cômico (sem deixar de ser assutador!). Sem falar que ela vai muito bem em toda a parte inicial, antes ainda de entrarem no prédio, com uma espontaneidade simpática e fútil.
Agora os problemas de "Quarentena":
1. Os personagens dos bombeiros são ruins, sobretudo o cara do bigode. Muitas piadas que logo me fizeram temer pelo andamento do filme. Ainda bem que ele se ferra logo (o bom momento dele é a caminhada revivido).
2. Achei o uso dos efeitos sonoros um pouco ostensivos demais. Perdeu a crueza do "REC" e ganhou em artificialismo.
3. A sugestão de origem do problema, ainda que não explique exatamente o porquê, achei fraca. A de "REC" era mais, digamos, sinistra.
4. O personagem do câmera, Scott, aparece demais em cena, já que em "REC" nós não o vemos. Me pergunto o porquê dos americanos terem feito esta opção. Acho tão boa a idéia de que o personagem que nos acompanha todo o tempo, já que as imagens são feitas por ele, nós nunca o vemos.
sábado, 17 de janeiro de 2009
O Motim (The Rising: Ballad of Mangal Pandey)
Essas malditas noites de verão têm me trazido muitos pesadelos. Mas esta madrugada, meu despertar precoce não foi em vão. Finalmente o Telecine me surpreendeu! Divertídissimo esse "O Motim", um épico indiano de 2005 que conta - de forma meio maluca, é verdade - a história de Mangal Pandey, líder de uma revolta contra a Cia das Índias Orientais, a empresa delegada pela corte inglesa para administrar a Índia, entre os séculos XVII e XVIII.
Além do filme trazer até certa complexidade no trato das questões do choque cultural, tem também muita aventura, números musicais, bons atores e muitos, muitos bigodes!!!

E de quebra ainda tem a belíssima Rani Mukherjee.

O filme saiu em vídeo aqui pela Imagem Filmes. Recomendadíssimo!
Além do filme trazer até certa complexidade no trato das questões do choque cultural, tem também muita aventura, números musicais, bons atores e muitos, muitos bigodes!!!

E de quebra ainda tem a belíssima Rani Mukherjee.

O filme saiu em vídeo aqui pela Imagem Filmes. Recomendadíssimo!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
Como alguns sabem, sou particularmente interessado em filmes sobre casais em apuros. Uma boa forma de se representar o amor entre homem e mulher na tela é submetê-los a algum tipo de ameaça externa. Como dizia o velho psicanalista, para falar de amor é preciso no mínimo saber contar até três.
O problema é que é raro que bons filmes sejam feitos a partir deste tema. Um dos melhores que vi recentemente foi o "Eles", dos franceses David Moreau e Xavier Palud.
Dois fiascos recentes são "Os estranhos" (apesar dos bons momentos e da boa intenção, tive a sensação que o diretor Bryan Bertinho sequer compreendeu bem a história que estava contando) e "Encurralados" (esse um desastre de tão artificioso).
No entanto, tive este fim de semana uma surpresa bem agradável com "Há vagas", com Luke Wilson e Kate Beckinsale. Filminho despretensioso que garante a diversão com um suspense rápido e bem conduzido pelo desconhecido diretor Nimród Antal, apesar do final meio insosso.
O problema é que é raro que bons filmes sejam feitos a partir deste tema. Um dos melhores que vi recentemente foi o "Eles", dos franceses David Moreau e Xavier Palud.
Dois fiascos recentes são "Os estranhos" (apesar dos bons momentos e da boa intenção, tive a sensação que o diretor Bryan Bertinho sequer compreendeu bem a história que estava contando) e "Encurralados" (esse um desastre de tão artificioso).
No entanto, tive este fim de semana uma surpresa bem agradável com "Há vagas", com Luke Wilson e Kate Beckinsale. Filminho despretensioso que garante a diversão com um suspense rápido e bem conduzido pelo desconhecido diretor Nimród Antal, apesar do final meio insosso.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Carga Explosiva 3
O mais interessante em Carga Explosiva 3 é que os únicos personagens americanos em cena são todos vilões.
domingo, 3 de agosto de 2008
David Lynch no Brasil
David Lynch chega ao Brasil nesta segunda-feira, dia 4, para divulgar seu livro "Em Águas Profundas: Criatividade e Meditação". Além de participar de sessões de autógrafos em universidades, ele dará uma palestra na Globo (restrita a convidados).
Eis a relação dos dias e locais para quem quiser ver o cara (fonte JB):
Agenda
Rio de Janeiro
04/08 - 11:00h-12:30h - Encontro interno com diretores artísticos - Local: - TV Globo
Belo Horizonte
05/08 - 15:30h-17:30h - Meditação coletiva com 3.4000 meninos da Cidade dos Meninos e de Sete Lagoas. Canções de Donovan e Claudia Albuquerque Local: Ribeirão das Neves (1 hora de BH)
20:30-22:00 - Noite de autógrafos - Local: Leitura Megastore, BH Shopping (Rodovia BR356, Nº 3049 Loja OP-51, Belvedere, Belo Horizonte)
06/08 - 10:45-12:45 - Palestra - Local: Reitoria da Universidade Federal Minas Gerais
16:00-17:30 - Evento "Escolha a Paz. Participação de Donovan - Local: Clube dos Diretores Lojistas (Av. João Pinheiro, Belo Horizonte)
São Paulo
07/08 - 15:05h-17:30h - Coletiva de imprensa e tarde de autógrafos. Participação de Donovan - Local: Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073 Térreo Loja 153, Cerqueira César, São Paulo)
20:30-22:00 - Noite de autógrafos. Participação de Donovan. Local: FAAP
Rio de Janeiro
09/08 - 11:30-13:30 - Autógrafos. Participação de Donovan - Local: Universidade Estácio de Sá, campus Tom Jobim (Centro Empresarial BarraShopping - Av. das Américas, 4.200 Bloco 11 Barra da Tijuca)
Porto Alegre
10/08 - 19:30h - Lynch participará da edição do Fronteiras do Pensamento Copesul Brasken. Participação do cantor Donovan - Local: Salão de Atos da UFRGS (Avenida Carlos Gama, 110 Porto Alegre)
Rio de Janeiro
11/08 - 16:00h-17:30h - Palestra - Local: Associação Comercial do Rio de Janeiro
20:00h-21:00h - Lançamento de Em Águas Profundas - Local: Livraria da Travessa, Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo e Franco, 290 - 2º piso)
Para concluir, deixo aqui um trecho da interessante entrevista que ele concedeu a Ricardo Calil, para o site da revistra Trip (aqui) sobre o "Império dos Sonhos", que achei particularmente próximo das impressões que tive quando assisti o filme: de que experimentamos, em caráter ainda muito inicial, novos caminhos para um cinema possível no futuro:
Eu também.
Eis a relação dos dias e locais para quem quiser ver o cara (fonte JB):
Agenda
Rio de Janeiro
04/08 - 11:00h-12:30h - Encontro interno com diretores artísticos - Local: - TV Globo
Belo Horizonte
05/08 - 15:30h-17:30h - Meditação coletiva com 3.4000 meninos da Cidade dos Meninos e de Sete Lagoas. Canções de Donovan e Claudia Albuquerque Local: Ribeirão das Neves (1 hora de BH)
20:30-22:00 - Noite de autógrafos - Local: Leitura Megastore, BH Shopping (Rodovia BR356, Nº 3049 Loja OP-51, Belvedere, Belo Horizonte)
06/08 - 10:45-12:45 - Palestra - Local: Reitoria da Universidade Federal Minas Gerais
16:00-17:30 - Evento "Escolha a Paz. Participação de Donovan - Local: Clube dos Diretores Lojistas (Av. João Pinheiro, Belo Horizonte)
São Paulo
07/08 - 15:05h-17:30h - Coletiva de imprensa e tarde de autógrafos. Participação de Donovan - Local: Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073 Térreo Loja 153, Cerqueira César, São Paulo)
20:30-22:00 - Noite de autógrafos. Participação de Donovan. Local: FAAP
Rio de Janeiro
09/08 - 11:30-13:30 - Autógrafos. Participação de Donovan - Local: Universidade Estácio de Sá, campus Tom Jobim (Centro Empresarial BarraShopping - Av. das Américas, 4.200 Bloco 11 Barra da Tijuca)
Porto Alegre
10/08 - 19:30h - Lynch participará da edição do Fronteiras do Pensamento Copesul Brasken. Participação do cantor Donovan - Local: Salão de Atos da UFRGS (Avenida Carlos Gama, 110 Porto Alegre)
Rio de Janeiro
11/08 - 16:00h-17:30h - Palestra - Local: Associação Comercial do Rio de Janeiro
20:00h-21:00h - Lançamento de Em Águas Profundas - Local: Livraria da Travessa, Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo e Franco, 290 - 2º piso)
Para concluir, deixo aqui um trecho da interessante entrevista que ele concedeu a Ricardo Calil, para o site da revistra Trip (aqui) sobre o "Império dos Sonhos", que achei particularmente próximo das impressões que tive quando assisti o filme: de que experimentamos, em caráter ainda muito inicial, novos caminhos para um cinema possível no futuro:
"Se você faz um filme no qual realmente acredita e ele não vai bem no mercado, você pode viver com isso facilmente. Se você faz um filme como Duna, no qual não acredita, e ele ainda fracassa, você morre duas vezes. Império dos sonhos é um filme que me levou a lugares lindos, a uma promessa de futuro. Eu amo o filme, então não me importa se ele foi bem ou não no mercado. Além disso, ele foi lançado em uma época que o cinema está mudando radicalmente, como a música. Os lançamentos em salas de cinema raramente se pagam, o DVD também está em crise, tudo acaba desaguando na internet. Império dos sonhos foi pego no meio dessa transição. Além disso, claro, é um filme com três horas de duração que quase ninguém entende. Mas há pessoas que amam o filme. E eu sou uma delas."
Eu também.
Assinar:
Postagens (Atom)



