quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Meus palpites e preferências para o Oscar 2011

James Franco e Anne Hathaway serão os apresentadores da festa que acontece nesse domingo


Esse ano, consegui assistir (com algum esforço, é verdade) aos principais filmes indicados ao Oscar. Pelo menos na categoria de Melhor Filme, vi todos. Isso me permite não só arriscar os meus palpites para a premiação como também me dá a liberdade de eleger meus favoritos.

Já de antemão, preciso esclarecer que não acredito muito nessa coisa de filme bom ou filme ruim. O que podemos avaliar (e essa é a palavra) é a nossa experiência com o filme. Em que medida valorizamos ou não a experiência que tivemos no contato com os sons e imagens que formam o filme.

Sendo assim, lá vai:

Melhor Filme
Palpite: O Discruso do Rei
Meu favorito: Cisne Negro

Diretor
Palpite: Tom Hooper (O Discurso do Rei)
Meu favorito: Darren Aronovsky (Cisne Negro)

Ator
Palpite: Colin Firth (O Discurso do Rei)
Meu favorito: James Franco (127 Horas)

Atriz:
Palpite: Natalie Portman (Cisne Negro)
Minha favorita: Jennifer Lawrence (Inverno da Alma)

Ator Coadjuvante
Palpite: Christian Bale (O Vencedor)
Meu favorito: Christian Bale (O Vencedor)

Atriz Coadjuvante
Palpite: Hailee Steinfeld (Bravura Indômita)
Minha favorita: Hailee Steinfeld (Bravura Indômita)

Longa de Animação
Palpite: Toy Story 3
Meu favorito: Toy Story 3

Filme Estrangeiro
Palpite: Em Um Mundo Melhor
(Não tenho favorito nessa categoria porque só assisti a Biutiful e ele não seria mesmo a minha escolha...)

Direção de Arte
Palpite: Alice no País das Maravilhas
Meu favorito: Harry Potter e as Relíquias da Morte

Fotografia
Palpite: Bravura Indômita
Meu favorito: Cisne Negro

Figurino
Palpite: O Discurso do Rei
Meu favorito: Alice no País das Maravilhas

Montagem
Palpite: A Rede Social
Meu favorito: A Rede Social

Trilha Sonora
Palpite: O Discurso do Rei
Meu favorito: A Rede Social

Canção
Palpite: Country Strong
Meu favorito: Toy Story 3

Maquiagem
Palpite: O Lobisomem
Meu favorito: O Lobisomem

Edição de Som
Palpite: Tron
Meu favorito: Incontrolável

Efeitos especiais
Palpite: A Origem
Meu favorito: A Origem

Roteiro Adaptado
Palpite: A Rede Social
Meu favorito: Toy Story 3

Roteiro Original
Palpite: O Discurso do Rei
Meu favorito: O Discurso do Rei

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Argento já tem seu Van Helsing

Segundo notícia divulgada pelo Twitch, Dario Argento já escolheu o ator que viverá Van Helsing em seu Drácula 3D. Ninguém mais nem menos que Rutger Hauer.

A produção está prevista para começar em maio próximo.

Essa notícia me faz assistir novamente ao trailer de Hobo With A Shotgun, estrelado pelo holandês e baseado num dos falsos trailers de Grindhouse. Por enquanto, Hobo ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Força Sobrenatural

Força Sobrenatural é o novo filme de James Wan, diretor de Jogos Mortais e Gritos Mortais.

A estreia no Brasil está prevista para maio.

O trailer me pareceu animador. Gosto muito do primeiro Jogos Mortais, o que Wan dirigiu. Já Gritos Mortais é um tanto ruim, mas tem um brilhante uso do som nas cenas de suspense.

A conferir.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

La piel que habito

“Será um filme de terror, mas sem gritos ou sustos. Não vou respeitar nenhuma regra
do gênero. É o filme mais chocante que já escrevi e o personagem de Banderas é brutal”

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Tom Cruise quase confirmado em As Montanhas da Loucura

Ah, não! Terrible news!

Guillermo Del Toro é um homem comprometido. Principalmente com o mundo da fantasia. O diretor do nascido-clássico O Labirinto do Fauno e da franquia Hellboy frequentemente é visto flertando com roteiros que envolvem criaturas misteriosas, situações inexplicáveis e escapadas da realidade.

Seu último projeto, Nas Montanhas da Loucura, promete ser uma assustadora imersão no universo do livro homônimo escrito por H.P. Lovecraft. O autor é famoso pelo horror contido em suas obras, temática que agrada a Del Toro imensamente. E, pelo visto, parece agradar também a Tom Cruise.

Não é qualquer projeto que chama a atenção de um grande astro de Hollywood (a não ser que ele seja tão ambíguo quanto Nicolas Cage), logo, a divulgação por parte do Movies Blog MTV de que Cruise estaria em negociação para viver um personagem no longa chamou a atenção. E foi também animadora, já que isso agrega valor à produção, e pode ser o que faltava para os estúdios Universal dessem sinal verde ao seu início.

Segundo declarou o produtor James Cameron à MTV, "Tom quer fazer este filme. Não acredito que temos um acordo ainda, mas esperamos fechá-lo logo. Guillermo está trabalhando em uma nova versão do roteiro, e planejamos começar a filmá-lo em junho ou julho". O ator já havia sido previamente ligado ao projeto, junto a James McAvoy. Dessa vez, no entanto, apenas seu nome foi mencionado como um dos possíveis protagonistas da história.

No livro que inspirou o roteiro de Nas Montanhas da Loucura, um grupo de expedicionários descobre rastros de uma civilização perdida na Antártida. Lá, têm de enfrentar criaturas antigas e misteriosas que ou desejam permanecer ocultas, ou apenas têm um interesse repugnante em matar todos os que delas se aproximam.


Fonte: Cinema em Cena

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Enterrado Vivo

Na primeira metade da década passada, o bom cinema de gênero era feito na Ásia. Já há alguns anos, acho que os espanhóis ocuparam o posto. Enterrado Vivo conta 90 minutos dentro de uma caixa e é um baita filme de ação. Ação constrita, mas com a mesma estrutura narrativa dos melhores do gênero. O espírito é Hitchcock.



Numa entrevista recente, o diretor Rodrigo Cortés disse o seguinte: “uma vez que as engrenagens da máquina dramática estão no lugar, o próximo passo é conceber o filme visualmente em sua cabeça, fazer uma lista de planos que juntos possam cativar o espectador, segurar a atenção sem deixar brecha para a distração; e a narrativa deve variar com o avanço da história, por meio de ritmos diferentes e um leque variado de opções expressivas usado para manter a história original e os olhos do espectador grudados na tela.”

É esse pensamento que revela a capacidade do filme de manter o suspense e a atenção do espectador, como num filme de gênero tradicional, mesmo que toda a ação seja constrita a um espaço físico limitado. A lição de Hitchcock é prover a narrativa por meio de uma relação mental entre as imagens, muito mais do que na mera associação sensório-motora do cinema clássico.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Os nomes brasileiros de Harry Potter


Acho importante valorizar a opção da Rocco e da tradutora Lya Willer na tradução de alguns nomes da saga Harry Potter. Como o primeiro livro foi publicado já faz alguns anos, é possível que, se fosse feita hoje, a tradução não teria seguido por esse caminho e muitos dos nomes originais, em inglês, estariam nas traduções brasileiras. Basta ver a situação das séries de TV e mesmo de muitos desenhos animados. Tudo bem que algumas das traduções podem não ser lá muito boas. É controversa, por exemplo, a tradução do próprio nome do personagem principal: no original, Harry James Potter; na tradução brasileira, Harry Tiago Potter. Se o primeiro e o último nomes não foram traduzidos, não vejo mesmo por que traduzir o James. Por outro lado, soluções para Quidditch, que virou Quadribol, muggles, trouxas, entre outras, acho que são muito boas. Cresci assistindo na TV ao Pernalonga, Zé Colmeia, Patolino, Dick Vigarista, ótimos nomes, que valorizam muito mais os personagens. Não precisamos temer a língua portuguesa. O que é preciso é por a criatividade para trabalhar, como a Lya fez. Tomara que sirva de exemplos a outros.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Rare Exports

Já que, de todo modo, ele vem: este ano, está à venda e desconfio que ele não gosta nada disso.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Tem ido ao cinema? Tem valido a pena?

Uma pesquisa recente, divulgada pela Folha de São Paulo, indica que a "falta de interesse" é o motivo mais comum para as pessoas não irem ao cinema ou ao teatro. Mesmo sem conhecer o teor completo da pesquisa, essa informação me parece como mais um elemento favorável à ideia de que o cinema, principalmente, vem deixando de ser um produto massificado, para todo e qualquer um, como um dia foi (ou pretendeu ser).

Por outro lado, informações recentes de mercado dão conta que cresce o número de ingressos vendidos, bem como o número de salas instaladas no país. Portanto, não me parece preocupante, do ponto de vista do negócio ou da atividade, que 30% da população de São Paulo demonstre não ter interesse em frequentar salas de cinema. Quero crer que o cinema, como o teatro já o fez um dia, se dirige a público determinado.

A configuração típica da recepção cinematográfica, qual seja, frequencia coletiva, sala escura, passividade do espectador, bem como as configurações técnicas e narrativas, dizem respeito muito mais ao modo de vida do século XX do que as demandas próprias do nosso século atual.

Que fique claro: não quero, com isso, dizer que o cinema está morto ou ultrapassado. Pelo contrário: ao longo de sua história, a arte cinematográfica demonstrou enorme capacidade de se reinventar e enfrentar todos os desafios de seu tempo. O que vejo como mudança é o lugar do cinema, tal como se desenvolveu no século passado, isto é, econômica, social e artisticamente; esse cinema, ora projetado e gerido como um produto de massa, deve encontrar novas configurações para dialogar com o século XXI. E acredito que, aí, poderá se apresentar em novas potencialidades. Algumas, talvez, nem tão novas assim, mas esquecidas em décadas de formatação mercadológica.

A matéria da Folha pode ser lida aqui.

sábado, 1 de maio de 2010

Piranha 3D

Previsão de estreia no Brasil para novembro!



A direção é de Alexandre Aja (Alta Tensão, Hills Have Eyes).